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16/04/2026 13h24
Um padre de 27 anos prestou assistência religiosa às vítimas de um grave acidente na BR-386, em Carazinho, na Região Norte do Rio Grande do Sul.
Mãe e filho morreram após uma colisão frontal entre um carro e um caminhão, registrada na segunda-feira (13), na altura do km 165 da rodovia.
As vítimas foram identificados como Helena Lúcia Damiani, 81 anos, e Evandro Luís Damiani, de 61 anos, que dirigia o automóvel.
O padre Émerson Romitti passava pelo local no momento da colisão e foi uma das primeiras pessoas a parar para ajudar.
Um padre de 27 anos prestou assistência religiosa às vítimas de um grave acidente na BR-386, em Carazinho, na Região Norte do Rio Grande do Sul. Mãe e filho morreram após uma colisão frontal entre um carro e um caminhão, na segunda-feira (13), na altura do km 165 da rodovia.
As vítimas foram identificados como Helena Lúcia Damiani, 81 anos, e Evandro Luís Damiani, de 61 anos, que dirigia o automóvel.
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O padre Émerson Romitti passava pelo local no momento da colisão e foi uma das primeiras pessoas a parar para ajudar.
O sacerdote, que pertence à Diocese de Frederico Westphalen, voltava de Passo Fundo, onde acompanhava a mãe internada, quando presenciou o acidente.
O padre conseguiu desviar e parou logo após o local da colisão com a intenção de prestar socorro. Ao se aproximar, percebeu a gravidade da situação. Como sacerdote, ele decidiu ministrar a unção dos enfermos à mãe e ao filho.
Além da extrema unção às vítimas, ele também deu a bênção da saúde ao caminhoneiro e ao ajudante.
Segundo o relato, no momento em que ele chegou ao local, equipes de resgate ainda não haviam sido acionadas. A ambulância e a polícia só começaram a ser chamadas após o término das orações.
Romitti explicou que a missão do sacerdote é "salvar as almas".
Apesar de a Igreja prever que o sacramento seja ministrado a pessoas ainda vivas, o padre afirmou que, por se tratar de um momento muito recente após o impacto, realizou o rito por não haver certeza sobre o instante da morte.
Essa foi a primeira vez que o sacerdote viveu uma situação como essa fora de um hospital ou residência.
"Estava bem nervoso, literalmente tremia, mas depois eu me acalmei porque a sensação é de uma graça que Deus me deu a oportunidade, por meio do meu sacerdócio, de garantir a salvação àqueles que ali estavam", conta.
No momento, Romitti estava fazendo o uso da batina, vestimenta comum no dia a dia na diocese à qual pertence. Posteriormente, ele soube que a mulher que morreu no acidente era ministra da Eucaristia e católica praticante, assim como o filho. "Para a família foi um grande conforto", expõe.
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